quinta-feira, 26 de julho de 2012

PAGANDO O PREÇO


Olá, olá, olá pessoal!! mais um post edificante para fortalecer sua célula e ampliar sua visão. Degustee...!!

Se não nos dispusermos a pagar o preço teremos problemas.

Jz 1: 22 -27 – Subiu também a casa de José contra Betel, e o SENHOR era com eles. A casa de José enviou homens a espiar Betel, cujo nome, dantes, era Luz. Vendo os espias um homem que saía da cidade, lhe disseram: Mostra-nos a entrada da cidade, e usaremos de misericórdia para contigo. Mostrando-lhes ele a entrada da cidade, feriram a cidade a fio de espada; porém, àquele homem e a toda a sua família, deixaram ir. Então, se foi ele à terra dos heteus, e edificou uma cidade, e lhe chamou Luz; este é o seu nome até ao dia de hoje. Manassés não expulsou os habitantes de Bete-Seã, nem os de Taanaque, nem os de Dor, nem os de Ibleão, nem os de Megido, todas com suas respectivas aldeias; pelo que os cananeus lograram permanecer na mesma terra.

Deus mandou destruir todos da cidade. Os homens deixaram UM HOMEM fugir - o que aconteceu? Ele voltou e reedificou totalmente a cidade, reconstruiu a fortaleza de novo. Quando começamos algo, temos que pagar o preço até o fim. Não podemos negociar.

Você nunca alcançará o propósito se você falhar em pagar o preço.

Ap 3: 14 – Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Esta igreja era morna porque não queria pagar o preço. Há um preço para a glória (ouro) e para se ter a visão do Senhor em nós.
1 – Há uma etiqueta em tudo que possui valor – há preço para um ministério na Palavra, para fazer programa de televisão – o preço é alto, custa caro.
Apesar de a forma do trabalho ser diferente, o preço para se alcançar à glória, o mover de Deus é o mesmo.

2 – O que você pode alcançar depende do preço que você está disposto a pagar.


Às vezes podemos até pagar o preço, mas muitas vezes não estamos dispostos a pagar. Quando pechinchamos com Deus, não recebemos aquilo que Ele tem para nós. Se não se pagar o preço, não leva.

3 – Nem todos pagam o mesmo preço. Cada um de nós tem uma cruz diferente para carregar.
4 – Quanto mais você deseja algo, mais ele custará para você.
5 – Se você reclama do preço, provavelmente você vai desistir de pagá-lo. Quem reclama não paga. O não pagar é não fazer completamente.
6 – Seus talentos não determinam o seu sucesso na vida, mas o preço que você está disposto a pagar.
7 – Você será criticado por pagar o preço.
8 – O preço nunca diminui. Cada vez que você é bem sucedido o próximo desafio se torna mais difícil e o preço mais alto.
9 – O preço vai aumentar quando aumentar o seu desejo de crescer e se tornar mais e mais íntimo de Deus.
10 – Você não pode alcançar amanhã o que você se recusa a pagar hoje.

ENCONTRO NACIONAL DE PASTORES – O PASTOR COMO FATOR DE CRESCIMENTO DA IGREJA
Preletor: Pr. Aluízio Antônio
09/12/2004





quarta-feira, 25 de julho de 2012

Características de uma célula forte


Existem três princípios espirituais que são tão básicos e fundamentais que são a chave para o crescimento de qualquer pessoa em qualquer circunstância, seja na célula, na vida espiritual, profissional, etc. Esses três princípios são: compromisso, disciplina e relacionamento. 

O primeiro princípio é o compromisso. Todo crescimento começa com compromisso. Nós nos tornamos semelhantes a aqueles com quem nos comprometemos. No casamento, os cônjuges se tornam parecidos depois de algum tempo, por causa do compromisso. Nossa Igreja será conhecida pelo nível de compromisso que tivermos como membros. Um líder precisa se comprometer com Deus e com o Seu propósito se deseja ver sua célula se multiplicando. Uma célula comprometida com Deus e com a Igreja vai se multiplicar com certeza.
?Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de acrescentar coisa alguma? (I Ts 1.8).
Jesus exige compromisso dos Seus discípulos. Não podemos seguir a Jesus sem compromisso. Precisamos ter compromisso com Deus em primeiro lugar, mas devemos ter também compromisso com a Igreja, com os líderes, com uma visão e com os irmãos.

O segundo princípio é a disciplina. Os hábitos são formados pela disciplina e repetição durante um certo tempo. Depois que os hábitos são formados eles dificilmente são removidos.
Os hábitos são também chamados de disciplinas espirituais. Elas são muitas, mas podemos resumi-las em três grupos: precisamos colocar Deus em primeiro lugar em nosso tempo (Mc 1.35); dinheiro (I Co 16.2); e relacionamento (Hb 10.25). 

Uma célula onde as pessoas procuram a disciplina nessas áreas invariavelmente deverá se multiplicar.
O terceiro princípio básico de crescimento são relacionamentos corretos. Nossa personalidade é formada pelo nosso relacionamento com nossos pais e irmãos. O mesmo acontece na vida espiritual; nós crescemos quando nos relacionamos com pais e irmãos espirituais.

Costumo dizer que todos nós precisamos em nossa vida de um Paulo, de um Barnabé e de um Timóteo. Paulo aponta para o nosso discipulador, aquele que fala em nossa vida. Barnabé é aquele que caminha conosco, é o nosso companheiro de jugo. Timóteo é o nosso filho na fé, nosso discípulo.
Todos nós precisamos de um pai espiritual a quem possamos imitar, mas também de um irmão que possa caminhar conosco. Todavia, o crescimento só se completará quando eu tiver um filho espiritual.
A partir desses princípios podemos estabelecer uma célula saudável. Célula saudável é aquela que possui um compromisso firme, que caminha de forma disciplinada e se relaciona entre si e com Deus dinamicamente.

Além disso queremos enfatizar ainda alguns pontos cruciais:
 
1.Ela possui um líder forte ? Líder forte não é aquele que possui um dom de evangelista, ou que possui uma personalidade carismática, ou uma formação educacional superior. Líder forte é aquele que ora, jejua, se alimenta da Palavra e se enche do Espírito. A vida de oração do líder é o fator mais importante para a saúde e a multiplicação da célula. Líder forte é aquele que é determinado e perseverante.

2.Nela, todo o grupo é mobilizado para o serviço ? O trabalho na célula é um trabalho em equipe. Quando todos exercitam seus dons a célula cresce saudável e se multiplica. Numa célula saudável a pescaria é feita em grupo. Seus membros usam a rede (esforço coletivo), em vez de anzóis (esforço individual). Quanto mais o grupo estreitar seus vínculos de amor e amizade, mais forte ele será!
Enfatize os objetivos do grupo: oração, comunhão, edificação e multiplicação.
Nesta primeira fase, a ênfase maior deve ser dada à comunhão. Estabeleça e monitore junto com o líder os eventos de comunhão.
Seria apropriado você fazer um treinamento para demonstrar o nosso padrão de reunião de célula, realçando cada parte da reunião e mostrando a importância e necessidade de cada uma.
Deixe claro, desde o início, os objetivos do grupo e o paradigma da igreja: ganhar, consolidar, treinar e enviar.

VISAO DE VENCEDOR


Houve três tipos de pessoas que se relacionaram com Jesus.
A multidão - os seguidores ocasionais – e os discípulos.
O primeiro grupo foi à multidão – Jesus amava multidões – Ele as ensinou – curou os enfermos – expulsou os demônios – e os alimentou.
Mas não foi com esses que Jesus gastou a maior parte do seu tempo – nem foram eles que receberam seus preciosos ensinos.
Multidão vai e vem.
Os que de fato tem um encargo – um compromisso com o reino de Deus não são muitos.

O segundo era os seguidores ocasionais – não eram multidões – e nem discípulos – nos vemos eles ilustrados nos evangelhos por pessoas como – Nicodemos – Jose da Arimateia – o jovem rico.

O terceiro era prioridade do senhor seus discípulos – com esses Ele passou a maior parte do tempo de seu ministério.
Quem são os discípulos – são os que respondem ao chamado – ao encargo do centro do coração de Deus – que realmente tem compromisso com o reino.
O reino do Senhor na terra e estabelecido com os seus discípulos.
Todavia nos foi dada à liberdade de escolher o material para edificar a igreja do Senhor.
Tem lideres que estão gastando uma vida inteira edificando algo que e para Deus – mas com madeira – feno – e palha.

Mas se Deus testarmos com fogo – o fogo vai queimar toda obra que não for edificada com material aprovado por Deus.
Não e pelo quanto fazemos que seremos recompensados.
O Senhor não esta olhando se somos úteis – mas se somos preciosos.
Não fomos criados – para fazer coisas, mas para fazer coisas – mas para gerar filhos para Deus.
Para compreender a visão de vencedores precisamos verificar alguns conceitos fundamentais.
Uma delas e que diferença entre salvação e galardão.

O galardão vira no tempo que o Senhor distribuir a recompensa para os fieis.
Salvação e pela Graça – mediante a fé não por obras.
A recompensa – por outro lado depende do mérito.
Ilustração – um homem rico pagou os estudos para um jovem muito pobre – a matricula e de graça (salvação) – as mensalidades estão pagas – você precisa paga mais nada.
Mas o diploma (recompensa) – não e de graça – e preciso estudar (quem pagou não pode estudar por você).

Se você for aprovado no Exame final será aprova – a matricula e de graça, mas o diploma custa caro.
A matricula e de graça - mas o diploma e recompensa.
Alguns querem apenas ficar na escola – porque gostam da comunhão – dos relacionamentos,
Muitos entram na escola – mas nem todos recebem diploma.

Ninguém e expulso da escola da escola por se sair mal na avaliação,
Recompensa e para vencedores – temos que compreender a diferença – entre posição legal e posição experimental – legal e aquilo que e de direito nosso – experimental e tomar na experiência aquilo que e já e legal.

E possível ser herdeiro e viver uma vida de miséria.
Ilustração – A mulher que tinha uma grande herança
Fiquem na preciosa Paz do Senhor. teh + bunitões...

segunda-feira, 16 de julho de 2012


Nossa gratidão a todos os jovens conquistadores q estão compromissados com o Reino de Deus. #Fazendo a diferença em meio as insistentes investidas do inimigo e desejos da carne. 
#Fazendo a diferença em meio a uma sociedade envolvida com o pecado, levando o verdadeiro evangelho, simples, porém objetivo. 
#Fazendo a diferença em encarar ops simples e asperos desafios como os que foram apresentados para a igreja na noite ontem (15/07/2012), o qual percebemos que o primeiro passo em "IR" é "doloroso" porém, traz o cumprimento das palavras de Jesus, testificando que "as portas do inferno não prevalecem contra a sua igreja". 
Desafios que geram metas no coração da Célula. Vamos #Juntos fazendo a diferença.
Você que recebeu esse presente, não perca tempo, aproveite essa oportunidade. 
Cumpra Mt28-18a20. 
Paz do Senhor e Graça abundante seja contigo. 
Abçs a todos. Daank e Tânia.










segunda-feira, 9 de julho de 2012

Lembrar-se do teu Criador enquanto Jovem - 4 razões


Por Dr. David Murray

O nosso inimigo diz: "A juventude é para o prazer; a meia idade, para os negócios; e a velhice, para a religião". A Bíblia diz: "A juventude, a meia idade e a velhice são para o seu Criador".

No entanto, visto que é especialmente na juventude que somos mais inclinados (determinados?) a esquecer-nos de nosso Criador, é nestes anos que temos de labutar, especialmente, para lembrar-nos de nosso Criador (Ec 12.1). Lembre que ele fez você, supre as suas necessidades, cuida de você, o assiste e o controla. Lembre também que ele pode salvá-lo. Há muito a ser lembrado, mas isso se torna mais fácil quando você começa a memorizar quando é jovem!

1. Anos de vigor

Entretanto, essa não é a única razão por que Deus nos ordena lembrar-nos do Criador nos anos de juventude. Ele nos manda isso porque a juventude são os anos de nosso maior vigor.

Por que devemos esperar até que estejamos morrendo, até que estejamos esgotados, até que nosso vigor esteja quase acabado para servirmos ao Criador? O Deus que nos criou merece nossos anos mais saudáveis e mais ativos: nosso corpo está forte e robusto, nossa mente é perspicaz e clara, nossos sensos são receptivos, aguçados e responsivos, nosso entusiasmo é brilhante e firme, nossa vontade é determinada e pertinaz. Lembre-se do Criador em seus anos vigorosos.

2. Anos de sensibilidade

Por que mais de nós se tornam cristãos durante a nossa juventude do que em nossa meia idade ou em nossa velhice? Porque os anos da juventude são anos de sensibilidade. Sem abandonarmos a nossa crença na "Depravação Total", podemos dizer que é "mais fácil" arrepender-se e crer quando você é mais jovem. Nunca é fácil, mas é mais fácil. E é mais fácil porque, à medida que ficamos mais velhos, nosso coração fica mais endurecido, nossa consciência, mais cauterizada, nossos pecados, mais enraizados, e nosso estado de morte, mais grave.

Usemos nossa sensibilidade e receptividade juvenil para lembrar-nos de nosso Criador antes que cheguem os dias maus da indiferença insensível.

3. Anos de aprendizado

Aprendemos mais em nossa juventude do que em qualquer outro período da vida. Isso é verdadeiro em todos os assuntos, mas é especialmente verdadeiro na instrução religiosa. Todos os cristãos conhecidos meus que se converteram a Cristo nos anos tardios de sua vida expressam profunda tristeza a repeito de quão pouco eles sabem e quão pouco podem aprender em sua idade. Encorajo-os a valorizarem e usarem todo tempo que o Senhor lhes dá, mas eles sentem, muitas vezes, que têm de estudar duas vezes mais para aprenderem apenas a metade.

4. Anos de perigo

Os anos de juventude são anos cheios de campo minado: hormônios, pressão dos colegas, álcool, drogas, pornografia, imoralidade, testosterona, etc. Poucos atravessam esses anos sem explodir aqui e ali. Perigos são abundantes em todos os lados – e no lado de dentro. Quantas "primeiras" tentações se tornaram "últimas" tentações! Quanto precisamos de nosso Criador para guardar-nos e conduzir-nos através desse campo de batalha.

Lembre-se de lembrar

Gostaria de oferecer-lhe algumas dicas que o ajudarão a lembrar seu Criador durante estes melhores anos (e "piores" anos):

  • Convença-se de que você tem um Criador. Mantenha-se bem alicerçado num entendimento literal de Gênesis 1-2 e rejeite todas as influências evolucionárias.
  • Procure conhecer o seu Criador: estude sua Palavra, usando sermões, comentários e bons livros. Mas também estude sua Palavra usando microscópios, telescópios e outros instrumentos que ele dá.
  • Reúna-se com seus amigos do Criador: estabeleça amizades com outras criaturas que amam lembrar e respeitar o seu Criador.
  • Siga a ordem do seu Criador: ele estabeleceu e deu um padrão de seis dias de trabalho seguidos por um dia de descanso, para contemplação de suas obras.
  • Peça a salvação que seu Criador proveu: ainda que a sua rejeição de seu Criador tenha despedaçado sua vida, ele está disposto a recriar você à imagem dele.

E, enquanto falamos do assunto de salvação, não quero que os leitores mais velhos sintam-se desencorajados. Comparados com as eras da eternidade, vocês ainda estão em sua "juventude". Não é tarde demais para lembrarem-se dele, antes que os dias maus se aproximem cada vez mais.

- Sobre o autor: Dr. David Murray é professor de Antigo Testamento e de Teologia Prática. Murray é nascido em Glasgow, na Escócia, onde foi ordenado ministro evangélico. Obteve seu doutorado em ministério pelo Reformation International Theological Seminary. Atualmente é um dos catedráticos do PRTS, nos EUA. Murray é casado com Shona, com quem tem quatro filhos.

Tradução: Wellington Ferreira
Fonte: [ Editora Fiel ]

Moradores de rua encontram R$ 20 mil e entregam à polícia.

Moradores de rua encontram R$ 20 mil na Radial Leste e entregam à polícia

Hoje (09/07/2012) muitos foram surpreendidos com esta notícia, sendo levados ao sério confronto acerca da honestidade. Valor este, que tem sido deixado de lado por aqueles que professam ser cristãos é tem como o ensino de que o servo de Deus, o trabalhador da obra do Senhor deva ser uma pessoa idônea e honesta em pensamentos e atitudes.

“Será que interessa ao Todo-Poderoso que você seja honesto? Que lucro tem ele se você é correto em todas as coisas?”( Jó 22.3 - NTLH)
Deus que tudo conhece e nos ama, se preocupa conosco. Por essa razão Ele quer que andemos honestamente, pois a desonestidade sempre trará conseqüências danosas à nossa vida.
Também, como Igreja, somos representantes de Cristo na terra – já pensou nisso? – representar Deus diante dos homens!
Deus é puro, é Santo, e a Verdade.
Fp 4.8; 1 Pe 2.12.

Quando são perguntadas se honestidade é importante, a maioria das pessoas concorda. No entanto. a conveniência com mais freqüência influencia tanto as decisões conscientes corno as inconscientes. Josué 23:14 provê um medidor que os cristãos devem usar para a honestidade: “Todos vocês sabem, no seu coração e no seu íntimo, que o Senhor, nosso Deus, lhes deu todas as coisas boas que havia prometido. Ele cumpriu tudo; não falhou em nada” A Bíblia nos dá Lona porção de orientação para manter nossos valores, incluindo a honestidade. Com que freqüência você se pergunta: “O que Jesus faria?” Que grau você alcançará na escala da honestidade no fim ele sua vida?
 
Geralmente é mais conveniente ser desonesto do que honesto?
O que é mais importante: as conveniências ou viver de acordo com meus valores?
Por que nem toda desonestidade traz resultados imediatos?

Os hábitos contraídos por alguém trazem como conseqüências marcas no seu caráter.
A desonestidade resulta em grandes marcas na vida de quem a toma para pautar seus passos.
Honestidade é algo que devemos a nós mesmos, mais do que aos outros. Ser honesto é ser fiel consigo mesmo, com Deus e com o teu próximo.
A prática de hábitos saudáveis e honestos, irão formar naqueles que os praticam um caráter equilibrado, e um modelo de personalidade, aprimorando a vida moral do praticante, salientando-lhe também as virtudes espirituais.
Toda a glória do Evangelho está relacionada com a vida exemplar do cristão.
Vivamos, pois de forma que nossa vida venha a glorificar à Deus.

RdJ  - Nos passos da Conquista

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Cristão evangélico pode participar ou organizar Festas Juninas Gospel?


Está chegando a época e um assunto polêmico vem à tona novamente: crente pode participar ou fazer Festas Juninas Gospel?
Milho verde, canjica, pé-de-moleque, quebra-queixo, pipoca, muita música… Dançar quadrilhas, pular fogueira, soltar fogos e outras manifestações se tornaram comuns nos meses de junho, marcando as conhecidas festas juninas. Com forte raiz cultural e folclórica, elas guardam cada vez menos a tradição católica de celebrar os “santos” Antônio, João e Pedro. Todos os anos, o mês de junho traz à tona uma discussão que divide opiniões.
As manifestações juninas ou joaninas, como eram conhecidas, chegaram ao Brasil com as caravelas do navegador português Pedro Álvares Cabral, em 1500.
Acredita-se que estas festas tiveram origem no século XII, na região onde hoje é a França, com a celebração do solstício de verão (dia mais longo do ano, 22 ou 23 de junho), que marcava o início das colheitas, e que aos poucos foram sendo absorvidas pelo cristianismo europeu e, depois, transmitidas ao Novo Mundo.
O pesquisador Eliomar Mazoco, presidente da Comissão Espírito-Santense de Folclore, apresenta uma outra possível origem para as festas juninas. No hemisfério Norte, em torno da fogueira realizavam-se encontros em que as pessoas se juntavam para se proteger do frio. “Ali surgiram algumas danças, brincadeiras, hábitos culinários e gastronômicos que depois se transformaram nessas festas”, explanou. Mais tarde as igrejas se apropriaram, incluíram outras simbologias e as tornaram religiosas.
No Brasil, a partir da década de 1970, o aceleramento do processo de êxodo rural e conseqüente urbanização transportaram para a cidade os costumes do campo. Gradativamente, as festas juninas foram perdendo o sentido religioso e místico, assumindo um papel de preservação da cultura. Atualmente, não apenas escolas, mas até igrejas evangélicas têm realizado eventos juninos, numa forma de resguardar os laços de memória saudosista deste passado rural por meio de divertimento.
“É preciso dissociar o folclore, a brincadeira, da religião. Todos os homens possuem hábitos, cada região tem a sua cultura popular, são manifestações do cotidiano”, afirma Eliomar, ressaltando que existem outras explicações, cada uma diferente da outra, para elucidar as origens das festas juninas.
O fato é que, com o crescimento do número de evangélicos no Brasil, a questão tornou-se nos dias de hoje séria e delicada, podendo ser um assunto espinhoso para conversas numa roda de amigos, quer comunguem ou não da mesma crença. Alguns dão ênfase ao aspecto folclórico. Outros, não aceitam nem mesmo o aspecto cultural da festa e afirmam que ela é proibida aos evangélicos, por configurar idolatria. Proibir ou permitir, e por quê? O evangélico pode ou não participar das festas juninas?
Para o pastor Erasmo Vieira, da Igreja Batista Morada de Camburi, este assunto já entrou no terreno das divergências emocionais, ultrapassando a discussão bíblica, mas deve ser analisado sob vários aspectos. O primeiro seria a ligação com a adoração aos “santos”, contraposta à condenação de qualquer atividade que esteja ligada à idolatria (Êxodo 20.3-4, Isaías 44 e 45). “Qualquer tipo de festa que tenha por finalidade adorar alguém é condenável”, disse. Para o evangélico, santos são todos os que se converteram e aceitaram a Jesus Cristo como único Senhor e Salvador, dispostos a viver de acordo com os ensinamentos da Palavra escrita na Bíblia.
Por outro lado, o pastor insiste em que o cristão reflita, porque com a radicalização estão se perdendo a tradição cultural e a relevância folclórica. “As festas folclóricas, como as juninas, possuem este aspecto cultural que deve ser levado em consideração. Contudo, temos de ter cautela, para não escandalizarmos ninguém, conforme nos ensina o apóstolo Paulo (1 Coríntios 8:13). Devemos ter discernimento para sabermos o que fazer”, explicou Erasmo.
Até mesmo o povo de Israel, conforme lembrou o pastor Erasmo, tinha e tem festas nas quais outros aspectos são valorizados em detrimento da religião. “Na Festa do Purim, por exemplo, não se fala o nome de Deus, apesar de ter sido uma graça oferecida pelo Pai ao seu povo”, lembra. O Purim é um feriado judaico, no qual se festeja o livramento do povo judeu do plano de destruição de Amã, narrado no livro de Ester. No evento o livro é lido publicamente, há distribuição de comida e dinheiro aos pobres, além de danças e pratos típicos.
“Se for levar ‘ao pé da letra’, há outro exemplo. A nossa festa do Natal foi criada para encobrir a festa pagã das saturnálias, das quais os cristãos não deveriam participar”, completa o pastor para justificar que os exageros podem conduzir o evangélico a uma alienação de todas as festas que acontecem. As saturnálias eram festas de comilança e orgias da carne que precediam a quaresma, período de jejum e introspecção. Com a aceitação do cristianismo como religião oficial no século III em Roma, foi estabelecido no século IV o calendário litúrgico com a instituição da comemoração do nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro.
Para Erasmo esses exemplos dão a dimensão de que “então, existe um elemento de abertura para discutir as festas juninas separada do aspecto religioso, que quase não mais existe. Assim, podemos ver a festividade como coreografias folclóricas, quadrilhas, danças e comidas típicas da época da colheita do milho”.
A partir da Palavra
Vários textos bíblicos podem ser usados como base para os cristãos evangélicos, mas a interpretação dada a eles é que vai fundamentar a decisão. A 1ª Carta aos Coríntios, no capítulo 8, fala claramente sobre o comer das coisas sacrificadas aos ídolos, mas diz também que o ídolo por si só não é nada e afirma que a consciência do indivíduo é que se deixa contaminar. Na mesma carta, Paulo diz aos coríntios (1 Co 6.12): “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma”. Está aí o deferencial da liberdade cristã, permitindo ao homem viver no mundo sem ser governado espiritualmente por ele.
“Cada pessoa deve entender que tem competência para interpretar o que está dito na Bíblia e que, com a orientação do Espírito Santo, encontrará suas respostas pessoais. Porém, é de extrema importância que o membro de uma determinada igreja procure saber o que pensa a sua igreja e o seu pastor, para não criar constrangimentos nem para si mesmo, nem para os outros”, reforçou pastor Júlio Cezar de Paula Brotto, Igreja Batista de Itacibá.
Para o pastor José Vicente de Lima, da 1ª Igreja Presbiteriana de Vila Velha, os evangélicos deveriam ignorar este tipo de festividade e, nem por isso, sua atitude configuraria extremismo. Ele não concorda com a inclusão evangélica nem mesmo em se tratando de comemorações em outras datas e com outros nomes, como “festa na roça” ou “festa caipira”. “Com todo o respeito a quem queira participar, a configuração da festa muda, mas o mandamento do Senhor é o mesmo. Nós pregamos isto. E ao não seguirmos este mesmo Senhor, perdemos a comunhão íntima com ele. As pessoas podem até dizer que não concordam com isso porque os tempos e os costumes são outros, mas a Bíblia é a mesma”, justifica.
O pastor José argumenta que a alegria do evangélico é outra, que não é necessário afastar-se das coisas do mundo, mas que se deve buscar primeiro sabedoria e discernimento espiritual. Entretanto, para ele, de acordo com a Palavra a proibição é evidente. Alguns podem participar destas festas e não se deixar dominar, mas outros acabam incorrendo em erro. Para não errar, o melhor seria não ir. “O senhor participou de festas, de casamentos sem com isso se contaminar. Há festas e festas”, encerrou.
Quando cultura e fé dialogam, a resposta para as dúvidas do cristão evangélico deve se firmar na Palavra e em uma fé inabalável, no aconselhamento com o próprio pastor, e com Deus. O crente tem a liberdade de dizer sim ou não de acordo com I Co 10.23. A liberdade cristã vem do conhecimento de Jesus e da Palavra que liberta (João 8:31.32) (Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará). As pessoas não podem se fechar para a discussão de temas, mesmo que polêmicos, foi o que alertou o pastor Erasmo. Cristo veio, viveu como homem e mesmo assim deixou como herança a sua paz libertadora, que somente Nele é possível encontrar: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16.33). Acima de tudo, é preciso buscar pela paz que existe no Senhor (I Co 14:33), mas a necessidade de estar no mundo e participar dele, sem contudo deixar-se conduzir, faz parte do dia-a-dia do evangélico.
Festas juninas e as crianças
Com relação à educação dos filhos, os pais e educadores evangélicos devem nortear a sua orientação da mesma forma, baseando-se na Bíblia. Não é preciso ceder às pressões sociais. Os cristãos podem aceitar manifestações populares, culturais, musicais e artísticas que representem a identidade de um povo ou de uma nação, desde que os seus princípios inegociáveis da Verdade não sejam comprometidos, e que a sua liberdade social não seja violada.
De acordo com o Planejamento Curricular Nacional, as instituições de ensino têm como dever preservar e transmitir valores culturais da nação, embora não tenham o direito de obrigar as crianças a participarem de qualquer manifestação. Porém, no caso das festas juninas e de outras comemorações com sincretismo religioso, as crianças evangélicas podem passar por constrangimento por não participar. Para que isso não ocorra, é bom verificar a proposta pedagógica e deixar claro o posicionamento da família logo no início do ano letivo. e isso deve ser conversado com respeito entre pais, professores e pedagogos.
É sempre bom lembrar que no Capítulo II do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), estão previstos mecanismos de proteção. Os artigos 15, 16 e 17 prevêem:
* Art. 15 – A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis
* Art. 16 – O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos: (…) II – Opinião e expressão; III – Crença e culto religioso.
* Art. – 17 O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.
Fonte: Revista Comunhão / Gospel+
Via: Galileo

NAMORAR É PARA CASAR, CASAR É PARA NAMORAR!


Fala aew bunitões e bunitooonaass.... tudo na paz? É.. pode ser que nem sempre né? Ainda mais quando se está em um relacionamento afetivo. As inúmeras vezes que vc ouviu ou leu algo sobre conselhos para casais iniciantes ou de longas datas não parecem ser suficientes. hehe.. algo de errado existe e já está na hora de ser identificado e trabalhado. Como sei que a imensa misericórdia do Senhor nos alcança mais uma vez neste dia, gostaria de compartilhar um artigo escrito por um homem, ou melhor um pastor que tem se entregado mais e mais a cada dia que se passa aos esclarecimentos divinos para nossa conduta, principalmente na pauta "Família". Logo abaixo, um texto muito interessante de Josué Gonçalves.

NAMORAR É PARA CASAR, CASAR É PARA NAMORAR!


A construção de um casamento começa no namoro. Sempre digo nas minhas palestras que, namorar é para casar e casar é para namorar.  No mês dos namorados (junho), é muito oportuno refletir sobre casamento. Falar de casamento é falar de um modelo adulto de intimidade, de uma espécie de separação(deixa) e união (une-se) que faz parte do modelo adulto da nossa estrutura. Procriação, sobrevivência da espécie, dependência e complementação no outro, fundem-se em um único intuito e conduzem o ser humano através dos tempos a uma economia sócio-comportamental ideal: a família. Segundo o Dr. Carl A. Whitaker, para compreender o que significacasamento, é necessário ter alguma idéia do que é o ser humano, do que é o indivíduo antes de se unir a alguém e quais são os aspectos funcionais da união. Em sua participação no congresso internacional, realizado pela Sociedade Italiana de Terapia Familiar, em Roma-Itália, ele  diz:
“É óbvio pensar que o ser humano sofre de uma deficiência, do ponto de vista biológico: sozinho, não tenho possibilidade de continuar no tempo, sou excluído. Sou um deficiente porque não tenho seios, nem vagina. Não posso me reproduzir. Essa deficiência faz parte do background funcional do intenso desejo pelo outro. Se eliminarmos, por um momento, o instinto de reprodução , perceberemos que o meu problema é ser incompleto. Faltam-me componentes que são parte da minha necessidade biológica. Consequentemente, o que está por trás do casamento é que eu sou um indivíduo  em que falta alguma coisa”.
Apesar das crises entre os casais, as estatísticas epidemiológicas demonstram que as pessoas casadas  vivem melhor, sob qualquer ponto de vista, do que as pessoas divorciadas ou viúvas. Isso vale para o índice de mortalidade, distúrbios psícossomaticos,  drogas, alcoolismo, estado de defesas imunológicas, número de infartos, câncer,  suicídios, etc. Também nas pesquisas sobre satisfação da própria vida, sobre dedicação e sucesso profissional, as pessoas casadas têm resultados melhores do que as pessoas sem parceiros. Diante desta constatação, posso afirmar que o casamento ainda vale a pena.
O casamento pode ser uma das experiências mais gratificante na vida. Isto porque, casar é decidir amar alguém de forma muito especial e juntos construirem uma história digna de ser contada. Como terapêuta de casais, minha esperança é que as pessoas compreendam que é possível permanecer casado e feliz, basta tomar as decisões certas.

Feliz dia dos namorados a todos os casais, os namorantes, noivos e casados!

Josué Gonçalves

domingo, 3 de junho de 2012

SOBRE NEGAR-SE A SI MESMO


SOBRE NEGAR-SE A SI MESMO
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Marcos 8:34-35 (NVI) Então ele chamou a multidão juntamente com os discípulos e disse: "Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a vida por minha causa e pelo evangelho a salvará.
Comentário Conhecimento Bíblico: "quando o Império Romano crucificava um criminoso ou preso, a vítima freqentemente era forçada a carregar sua cruz durante parte do caminho para o lugar da sua crucificação, carregando sua cruz pelo centro da cidade".
Lucas 9:23-24 (NVI) Jesus dizia a todos: "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a vida por minha causa, este a salvará.
Notas de Estudo NVI: "Este é o quadro de um homem já condenado, que carrega a viga da sua própria cruz ao lugar de sua execução. Os discípulos da Galiléia sabiam o que isso significava, pois centenas de homens haviam sido executados desta forma naquela região".
Mateus 10:38 (NVI) E quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim.
ESTAMOS REALMENTE SEGUINDO A CRISTO?
Modernamente, o equivalente seria andar pelo corredor que vai dar na Cadeira Elétrica. A morte é o destino, e estamos participando em uma procissão fúnebre. Pelo menos não somos os primeiros e esperamos que não estejamos sozinhos. Se "negarmos a nós mesmos", e nos entregarmos à morte, não colocaremos qualquer esperança neste mundo. Quando "tomamos nossa cruz" é como se todas as paixões e desejos da carne estivessem condenados.
Lucas 14:25-33 (RA) Se alguém vem a mim, e não aborrece [`odeia'] a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz, e vier após mim, não pode ser meu discípulo. Pois, qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir? Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem deles,... Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.
A.W.Tozer: "Dentre os `santos de plástico' de nossos dias, Jesus tem que proporcionar o morrer". Em outras palavras, as pessoas não querem se comprometer com o evangelho. Elas não querem negar a si mesmas, tomar a sua cruz, e viver o que nos é ordenado. Gostamos muito de ouvir sermões sobre a morte de Jesus, mas não queremos nos considerar mortos para o pecado (Rom. 6:11).
A SENTENÇA DE MORTE
Gálatas 5:24 (Jer) Vós não podeis pertencer a Cristo Jesus a não ser que crucificais todas as suas paixões e desejos.
Gálatas 5:24 (TEB) E aqueles que pertencem a Cristo Jesus mortificam sua natureza humana, com todos suas paixões e desejos.
1 Pedro 2:24 (RA) Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nosso pecados, para que nós, mortos aos pecados, vivamos para a justiça...
CONSIDERE-SE MORTO
T. Austin-Sparks: "Nós não temos que morrer; nós estamos mortos. O que temos que fazer e aceitar a nossa morte... [No] batismo... nós vamos lá e dizemos, "A posição que Deus estabeleceu para mim é a que estou aceitando agora, e eu testifico aqui, desta forma, que aceito a posição de Deus para mim, a saber, que na Cruz eu fui morto".
Colossenses 3:3-7 (Phi) Pois, o que diz respeito a este mundo, vocês já estão mortos e sua verdadeira vida está oculta em Deus, através de Cristo. Um dia, Cristo que é a sua vida, se revelará abertamente, e todos vocês compartilharão desta magnífica revelação. Considerem-se mortos aos contatos deste mundo: não se associe com imoralidade sexual, impureza mental, paixões descontroladas, desejos maus, e a cobiça das coisas dos outros, que é o mesmo que idolatria.  exatamente por causa destas coisas que a ira de Deus vem sobre aqueles que se recusam a obedecê-lo. E nunca esqueçam que vocês faziam parte destas coisas terríveis quando viviam naquela velha vida.
Romanos 6:11 (KJV) Da mesma forma, considerai-vos como mortos...
Romanos 6:11 (TEB) ... vejam vocês mesmos como mortos para o pecado...
Romanos 6:11 (NVI) Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus...
Romanos 6:11-14 (Phi) Da mesma forma, vejam-se como mortos para o sedução e poder do pecado mas vivos para Deus através de Cristo Jesus nosso Senhor. Não permita, então, que o pecado estabeleça qualquer tipo de poder sobre o corpo mortal de vocês para que vocês não se deixem levar por suas concupiscências. E nem entreguem os membros de seu corpo como armas do mal utilizadas para os propósitos do diabo, como outrora costumavam fazer. Mas, como homens resgatados da morte certa, coloquem-se nas mãos de Deus, como armas de bondade para Seus propósitos. Pois o pecado não pode nunca ser o mestre de vocês - vocês não vivem mais sob a lei, mas sob a graça.
Romanos 7:4-6 (Phi) Portanto, meus irmãos, a morte de Cristo na cruz os fez "mortos" aos requerimentos da Lei, e vocês estão livres para entregar-se a si mesmos... a um outro, aquele que foi ressuscitado dentre os mortos [Cristo], para que sejamos frutíferos para Deus. Enquanto estávamos "na carne", a Lei estimulou nossas paixões pecaminosas e operaram na nossa natureza a ponto de nos tornarmos frutíferos - para a morte! Mas agora que estamos livres da lei, os requerimentos que existiam foram dissolvidos pela nossa "morte", e estamos livre para servir a Deus, não segundo a obediência a letra da lei, mas de um jeito novo, no Espírito.
Romanos 8:12-13 (NEB) Como consequência, meus amigos, nossa natureza degradável não tem mais poder sobre nós; nós não somos mais obrigados a viver naquele nível. Se vocês assim o fizerem, terão que morrer. Mas se pelo Espírito vocês mortificarem todas as paixões do corpo, vocês viverão.
João 12:24-25 (NVI) Digo-lhes verdadeiramente que, se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto. Aquele que ama a sua vida, a perderá; ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo, a conservará para a vida eterna.
Romanos 12:1-2 (Phi) Com nossos olhos completamente abertos para as misericórdias de Deus, eu suplico a vocês, meus irmãos, para que num ato de adoração inteligente, vocês apresentem seus corpos como sacrifício vivo, consagrado a Deus e aceitável por Ele. Não deixe o mundo ao seu redor colocar vocês em um molde, mas deixem Deus refazer vocês, para que toda a sua atitude mental sejam mudada...
T. Austin-Sparks: "A única maneira de encontrarmos o céu aberto é através da morte e de uma crise que nos leva ao fim da nossa própria vida. E a crise da identificação através da experiência com Cristo em Sua morte".
Romanos 6:2-4 (Phi) ... nós que morremos para o pecado - como podemos viver um momento sequer em pecado? Vocês esqueceram-se que todos nós que fomos batizados com Jesus Cristo compartilhamos sua morte através de sua crucificação? Nós morremos e fomos sepultados com ele no batismo, para que, assim como ele foi levantado da morte pela esplêndida revelação do poder de Deus - assim também nós fomos ressuscitados para a vida em um nível totalmente novo.
Gálatas 6:14 (RA) Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo.
"HOMENS MORTOS"
Deixe a sedução do pecado te atingir como se estivesse atingindo um cadáver.
Romanos 6:5-7 (Phi) Se nós compartilhamos de sua morte, como de fato compartilhamos, também compartilharemos em sua ressurreição. Nunca nos esqueçamos que nosso velho homem morreu com ele na cruz para que a tirania que o pecado tem sobre nós seja quebrada - pois homens que morreram certamente estão livres do poder do pecado.
Romanos 6:8-10 (Phi) E se somos homens mortos com Cristo, podemos crer que da mesmo forma seremos homens que vivem com ele. Temos certeza que o Cristo ressurreto nunca morrerá novamente - o poder da morte para dominá-lo acabou. Ele morreu uma vez por causa do pecado; mas ele vive para Deus eternamente.
Romanos 6:11 (LB) Portanto, olhem para a sua velha natureza pecaminosa como morta e apática ao pecado; em contraste, vivam para Deus, atentos a ele, através de Jesus Cristo nosso Senhor.
VIDA APÓS A MORTE
Colossenses 2:12,14,20 (RA) Tendo sido sepultados juntamente com ele no batismo, no qual igualmente fostes ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos... tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz... Se [realmente] morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças?
2 Timóteo 2:11 (Phi) Eu me apoio no ditado: "Se morremos com ele, com ele também viveremos".
2 Coríntios 5:15,17 (Phi) Nós vemos dessa forma: se um homem morreu por todos os homens, então, em certo sentido, todos eles morreram, e seu propósito em morrer por eles é que eles não devem viver suas vidas para si mesmos mas para aquele que morreu por eles... Pois se um homem está em Cristo ele se torna uma pessoa totalmente nova - o passado já não mais existe, tudo se torna fresco e novo.
Tito 2:11-12 (NVI) Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente.
Efésios 4:22-25 (BLH) E, quanto a antiga maneira de viver, abandonem a velha natureza de vocês, que está sendo destruída pelos seus maus desejos. Os seus corações e as suas mentes devem ser completamente renovados. Vistam-se com essa nova natureza, que Deus criou de acordo com a sua própria natureza e que se mostra na vida verdadeira, que é correta e dedicada a ele. Por isso não mintam mais. Cada um fale a verdade com seu irmão...
Gal. 2:19-20 (Phi) Porque mediante a Lei eu "morri", e estou morto para as exigências da Lei, para que eu possa viver para Deus. Eu morri na cruz com Cristo. E o meu presente viver não é mais o mesmo do velho "eu", mas o Cristo vivo dentro de mim. A vida que vivo presentemente no meu corpo, vivo-a crendo no Filho de Deus, que me amou e se sacrificou por mim.
Colossenses 3:1 (NVI) Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto...
LEVANDO O PREÇO EM CONSIDERAÇÃO
C.S.Lewis: "A coisa mais terrível, quase impossível, é entregar o seu ser totalmente - todas as suas vontades e precauções - a Cristo."
Cristo disse: "Entreguem Tudo. Não é o seu tempo, seu dinheiro, ou seu trabalho que é mais importante para mim: Eu quero você. Eu não vim para atormentar o seu ser natural, mas para mata-lo. Nenhuma outra medida seria suficiente. Eu não quero cortar um galho aqui e outro ali, eu quero que a árvore seja cortada. Eu não quero trabalhar no dente ou colocar uma coroa nele, mas sim extraí-lo. Entreguem o seu ser natural completamente, todos os seus desejos, os considerados inocentes e aqueles considerados maus - todo seu ser. Eu lhes darei um novo em troca. Na verdade, eu lhes darei a Mim mesmo: Minha própria vontade se tornará a sua vontade."
Quando eu era criança eu costumava ter dores de dente frequentemente. E sabia que se eu dissesse para a minha mãe, ela iria me dar algo para anestesiar a dor a fim de que eu pudesse dormir durante a noite. Mas eu não falava para a minha mãe - pelo menos enquanto a dor não se tornasse insuportável. E esta é a razão. Eu não tinha dúvidas que ela me daria uma aspirina; mas eu sabia que algo mais iria acontecer. Eu não receberia dela somente o que eu queria, mas algo mais, que eu não queria. Eu queria um alívio imediato, mas eu não conseguiria isto se meu dente não fosse tratado de forma permanente. E eu sabia como os dentistas operavam; eu sabia que eles começavam o tratamento mexendo em dentes que ainda não estavam doendo. Se você desse uma laranja para eles, eles tomavam o pé inteiro.
Agora, vejamos nosso Senhor como os dentistas. Se você lhe der um centímetro, ele requererá um quilometro. Dezenas de pessoas vão a Ele para serem curadas de pecados específicos, que lhes causam vergonha... ou que esteja interferindo com sua vida diária (como temperamento ruim ou alcoolismo). Bem, Ele os curará: mas Ele não parará ai. Pode ser que isto seja tudo que você pediu; mas quando você clama por Ele, Ele lhe dará um tratamento completo. É por isso que ele alertou as pessoas para que elas "considerassem o PRE€O" antes de se tornarem cristãs. "Não se enganem", Ele diz, "Se você deixar, eu o farei perfeito. O momento em que você se coloca nas minhas mãos, é exatamente isso que farei. Nada mais, nada menos que isso.
"Qualquer que seja o custo do sofrimento nesta vida terrena... o que quer que Me custe, eu nunca descansarei, nem deixarei vocês descansarem, até que vocês sejam literalmente perfeitos - até que meu Pai possa dizer sem reserva que Ele se agrada com vocês, assim como Ele disse que se agradou comigo. Isto eu posso fazer e o farei. Contudo, não farei nada menos que isto."
O alvo para o qual Ele está nos guiando é a perfeição absoluta; e nenhum poder em todo o universo, a não ser nós mesmos, pode impedí-lo de nos levar àquele alvo. Este é o propósito da caminhada, e é muito importante que compreendamos isso. Se não entendermos, provavelmente iremos resistí-lo após andarmos com Ele por um período. Eu acho que quando Cristo nos capacita para vencer um ou dois pecados que estavam incomodando, muitos de nós somos inclinados a sentir (apesar de não verbalizarmos) que já somos perfeitos o suficiente. Ele fez tudo o que queríamos que Ele fizesse. Nós nos acomodaríamos se Ele não continuasse nos ajudando. Mas este é um erro fatal... A questão não é o que nós queremos ser, mas o que Ele pretendeu que fôssemos quando Ele nos fez...
Imagine-se como uma casa viva. Deus vem e reconstrói a casa. A princípio, você compreende o que Ele está fazendo. Ele está tapando os buracos e concertando o telhado para que não haja mais goteiras, e assim por diante. Você sabe que esse tipo de trabalho precisa ser feito, portanto não se surpreende. Mas de repente Ele começa a atingir a casa de um jeito que dói tremendamente e não faz sentido algum. O que Ele está fazendo? A explicação é que Ele está construindo uma casa muito diferente do que você esperava, colocando um compartimento extra aqui, mais piso ali, construindo torres, fazendo jardins. Você pensou que se tornaria numa pequena, porém decente casa de campo; mas Ele está construindo um palácio. Ele mesmo pretende morar no palácio!



terça-feira, 15 de maio de 2012

SALVAÇÃO PELAS OBRAS - SALVAÇÃO PELA GRAÇA

Usando dois importantes pontos de vista á luz das Escrituras podemos acompanhar na leitura do texto abaixo, uma das maiores "teimosias" no meio do povo Cristão, na verdade chamaria de engano. A auto-suficiencia e falta de dependencia do Salvador. Em tempos em que o Senhor Deus tem através do seu Espírito nos tocado e trazido os esclarecimentos necessários para Amarmos a Ele sobre todas as coisas e o proximo como a nós mesmos, se faz necessário agradecê-lo por sua infinita misericórdia e felicidade transbordada em nosso coração em conhecê-lo e prosseguir em conhecê-lo. (Daank Cavalcante)
 

Gálatas – 2 – 11 : 21 - salvação “Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde”. Gálatas 2:21


A idéia da salvação pela obras é uma doutrina persistente. Não importa o quanto se é refutada; ela continua a insistir no mesmo ponto. Tem mais vidas do que o gato.
O Apóstolo Paulo lançou ataque após ataque contra ela, mas nunca pôde expulsá-la da mente dos homens. Para ele, era outro evangelho. Apesar de todas as armas usadas contra esta doutrina, ainda continua a ser popular.


A salvação pelas obras é uma doutrina plausível. Ao pensador superficial, parece mais razoável. De fato, o oposto parece perigoso. É um princípio para muitos de que o homem bom vai para o céu e o ruim, para o inferno.


A salvação pelas obras é natural à humanidade caída. É a própria essência de todas as religiões falsas. É a doutrina de cada religião não cristã, tanto quanto de muitos que usam o nome de Cristo. Vá onde for, a religião natural do homem caído é a salvação por méritos próprios. C. H. Spurgeon disse bem: “Todo homem nasce herege neste ponto”. Crê-se nisto até que Deus lhe abra os olhos à verdade. Também C. H. Spurgeon disse: “A auto-salvação, ou pelo valor pessoal, ou pelo arrependimento, ou por resolução própria, é a esperança inerente da natureza humana, e é muito difícil de ser extirpada”.


A salvação pelas obras é o resultado da ignorância. Os homens são ignorantes da lei de Deus e de si mesmos. De outro modo não acreditariam em tal doutrina. Romanos 10:1-4: “Irmãos, o bom desejo do meu coração e a oração a Deus por Israel é para a sua salvação. Porque lhe dou testemunho de que tem zelo de Deus, mas não com entendimento. Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus. Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”.


A salvação pelas obras é uma doutrina criminosa. Paulo acusa o homem que a defende de dois crimes. Ela aniquila a graça de Deus e faz com que Cristo tenha morrido em vão.


1. Ela aniquila a graça de Deus. A palavra “aniquilar” significa tornar vazia ou inútil. É claro que se um homem é salvo pelas obras ele não precisa da graça de Deus. A graça é para quem quebra a lei e não para quem a cumpre. É coisa supérflua se puder provar o mérito. Quem puder ir a um tribunal com um caso, sem dúvida a seu favor, sabendo que é inocente, não vai pedir misericórdia, mas justiça. “Quero justiça”, ele diz. “Quero meus direitos”, ele exige. Só quando se sente culpado é que implora por misericórdia. Nenhum advogado que acredita na inocência de seu cliente e pode prová-la, pede-lhe que fique à mercê da corte. Justiça é tudo o que um inocente precisa; é o pecador que precisa de misericórdia. O homem que crê na salvação pelas obras nega a necessidade de graça e misericórdia.




Há alguns que, mesmo sem negar a necessidade da graça, tornam-na secundária. Há só um grau mais baixo do mesmo crime. De acordo com esta teoria, o homem faz o melhor que pode e a graça de Deus faz o resto. Isto mistura a graça e as obras na salvação, exatamente aquilo que a Bíblia diz que não pode ser feito. Romanos 11:6: “Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra”. É preciso ter a salvação por inteiro, ou por merecê-la ou tendo como base o que Cristo fez por você. Baseado em quê, você a espera? Se não a merece, então deve recebê-la baseado na graça.


2. O segundo grande crime que fala contra o homem que defende a salvação pelas obras é que ela faz com que Cristo tenha morrido em vão. É muito claro. Se a salvação é o resultado do bem que faço, então a morte de Cristo não era necessária. Seu sofrimento foi inútil. Isto me deixa furioso. Fico indignado ao ouvir alguém dizer que é salvo pelas obras boas que faz.


A doutrina da salvação pelas obras é um pecado contra todos os filhos caídos de Adão. Se os homens não podem ser salvos a não ser pelas boas obras, que esperança há para o pecador? O portão da misericórdia se fecha à toda raça humana. Nega-se toda esperança de boas vindas ao pródigo que volta. O mesmo acontece em relação a todas as perspectivas do paraíso ao ladrão moribundo.


É pecado contra os santos. A única esperança deles é o sangue de Cristo. Os santos, na verdade, se esforçam para viver de modo santo, mas a esperança que têm do céu não se baseia no sucesso de fazê-lo; porque têm um alicerce melhor, que é a obediência de Cristo. “Porque, pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos”. Romanos 5:19.


“Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados”. Apocalipse 1:5. Esta doutrina criticaria este canto e o transformaria numa canjiquinha tal como: “Não preciso dEle; não preciso dEle; sem pecar, vivi; e assim morri”.


Mas em vez disso o crente em Cristo diz: “O que Cristo fez, e só isso, é o meu apelo aprazível de fé; não tem nada a ver com o eu, nem justiça nenhuma em mim. Tuas obras, não as minhas, Ó Cristo, alegram este coração. Dizem-me que está consumado, e aos meus medos dizem: vão”.
 - por Marcelo D12  
E para finalizar é importante ressaltar uma linha de pensamento que complementa de forma extraordinária esse contexto "Salvação pelas obras" - "Salvação pela graça de Deus". 
 Acompanhem:
A salvação ocorre pela graça de Deus. Mas fomos salvos pela graça para as boas obras (Ef 2.8-10). Tiago, ao contrário do que muitos pensam, estava de acordo com Paulo quanto à necessidade de o cristão verdadeiramente salvo demonstrar que é salvo pelas suas boas obras.

É preciso observar que a nossa salvação envolve três tempos e três aspectos. No passado, fomos justificados, santificados e regenerados (aspecto posicional). No presente, devemos operar a nossa salvação com temor e tremor (Fp 2.12), seguindo a paz com todos e a santificação (aspecto progressivo), sem a qual ninguém verá o Senhor (Hb 12.14). No futuro, nossa salvação será a glorificação (aspecto perfectivo); seremos libertos da presença do pecado, e não apenas de seu domínio.

Portanto, quem é salvo, hoje, deve continuar, permanecer salvo, em Cristo (1 Co 15.1,2; Ap 3.11). É um erro pensar que não é preciso fazer mais nada, depois de salvo. O salvo que se preza é mais salvo, a cada dia, posto que está mais próximo de sua glorificação (Rm 13.11).
Em Cristo,
por Ciro Sanches Zibordi.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Aborto, Orgulho Gay e Maconha


Imagine uma sociedade onde o aborto não fosse um crime, mas uma virtude, uma atitude corajosa de quem sabe o que quer da vida. Sabe o que aconteceria? Lembra das crianças que poderiam ter nascido dos rebeldes na ilha, nas cavernas? Na verdade elas não nasceram, foram abortadas. Escaparam a ditadura gay, mas não escaparam da cultura da morte, foram mortas no ventre da mãe, aquela que deveria protege-la, alimentá-la, foi quem tirou a vida dela.
Mas não cometerem nada de mais aos olhos dessa sociedade, porque lá um feto humano não é uma pessoa humana, portanto, não tem direito a vida, sendo assim, é legítimo destruí-lo. O feto não é gente e não tem nenhum direito em qualquer estágio da gravidez. Somente a mãe é gente, com plenos direitos de privacidade e escolha. O bebe no ventre da mãe pela ótica desta sociedade, “pode” não ser considerado como um bebe, e sim, como um intruso, alguém indesejado, um agressor, um agente que milita contra a liberdade da mãe, um “demônio” e por isso, matá-lo é o mesmo que agir em legítima defesa.
O criminoso aqui não é quem mata e sim quem quer viver.
Esta sociedade que abraçou a cultura da morte estabeleceu que o aborto não deve ser tratado como algo terrível, e sim como um bem positivo, entre outras coisas, uma maneira de garantir a liberdade e o direito de escolha de cada um. O aborto passou a ser um método eficiente de lidar com os problemas de superpopulação, eles não poderiam ser descobertos pela ditadura gay; possíveis defeitos congênitos, daria muito trabalho cuidar de uma criança com Síndrome de Down; gravidez prematura, ainda não é a hora de ser mãe e etc.
Nesta sociedade o aborto não é tratado como um problema moral, criminoso e espiritual, foi reduzido ao status de “assunto de saúde pública”, de foro íntimo.
Se matarmos as nossas crianças a vida na terra será extinta.
magine uma sociedade toda gay. Sem relacionamento hetero! As pessoas tendo relações “homoafetivas” no meio da rua como aconteceu no último domingo (20) na parada gay do Acre, onde um gay faz sexo oral num pênis de borracha amarrado na cintura de outro gay, ao som da música evangélica que convida Jesus a entrar “… na minha casa, entra na minha vida…”. Nessa sociedade ninguém pode contestar nada sobre a vida dos gays, sob o risco de serem presos, condenados homofóbicos, criminosos, pobres diabos. A bandeira branca da paz daria lugar a bandeira rosa do movimento, grande parte dos filmes e romances, de hoje seria considerado material impróprio, queimados. Assistir a Romeu e Julieta seria passível de prisão perpétua ou pena de morte, os estádios de futebol não seriam mais chamados de caldeirão e sim de Panetone, cheio de frutinhas.
Dá para perceber que esta sociedade nem seria alegre e divertida porque criança seria algo raro, muito poucas visto que outros métodos de fertilização são caros, e mais difíceis. Bom, pensando de maneira otimista estaríamos mais ou menos há 200 anos do fim da vida na terra. Por que depois que todos os “casais” gays morressem, e os filhos que já existem morressem, acabaria a vida na terra. Seria um grande desastre! O que as guerras mundiais não conseguiram fazer, seria concretizado.
Sem a relação sexual entre um homem e uma mulher a vida na terra será extinta.
Mas não sejamos tão pessimistas, lembre-se que nossa natureza é tendenciosa à rebeldia e suponhamos que um grupo de rebeldes heterossexuais fugisse para uma ilha, uma caverna, e lá mantivessem as antigas e sujas práticas heteressexuais.
Imagine uma sociedade livre onde as pessoas pudessem fumar onde quiser, quando quiser, quanto quiser, se bem que perto da minha casa isso já acontece! Já imaginou, uns rindo do poste porque só fica parado! Outros rindo da lua, para a lua, na lua, enfim o motivo é o que menos interessa, qualquer piada idiota seria pra lá de engraçada. Imagine as pessoas vivendo ao estilo “eu sou o vampiro doidão, eu sou o vampiro doidão, passo o dia dormindo e de noite fumo um baseadão” do tio Raul, aquele falecido maconheiro, maluco beleza, que gritava e gritava e gritava “Viva! Viva a sociedade alternativa” até ele lembrar o resto da letra, o mesmo que queria que todo mundo tomasse banho de chapéu e disse “todo homem e toda mulher é uma estrela” só podia tá com canabis na mente. Para os mais novos, esse foi o cara que disse “quando eu nasci no bico da cegonha.
Na minha mamadeira foi dois quilos de maconha” que piada idiota! Mas tudo bem, nessa sociedade todo mundo ri, afinal estão todos doidões, é tapa na pantera pra todo lado.
O problema é que uma sociedade assim também não resistiria a vida na terra. A vida seria impossível! No mundo doidão planta-se maconha no lugar do arroz e do feijão. Mas vai chegar a hora da fome, daí é lógico que vai faltar comida para tanta “larica”.
E ainda que os maconheiros resolvessem plantar um arroz, um feijãozinho lá, imagine só depois regar a plantação por quatro meses, e não ver nada de arroz e nada de feijão, um maconheiro olha para o outro e diz “pô mano cê esqueceu de colocar a semente, aí num nasce naum” e ao som de “tente outra vez” caem na gargalhada. Tente outra vez uma ova, agora só no outro ano, porque as estações não fumam maconha.
Entregue o mundo aos maconheiros e a vida na terra acaba, a USP que o diga.
Marcelo Tas, numa sociedade toda gay você nem teria sua filha para “orgulhar-se”; Soninha você que se orgulha de ter feito um aborto e defende livremente a prática do aborto, saiba que essa prática tem nome, assassinato. E qual é a sua FHC? Fica defendendo a descriminalização da maconha, outro nome para liberação da maconha. Se proibindo o povo fuma até a última ponta, até queimar o beiço, imagina com um incentivo desses.
O cômico de tudo isso é que essas pessoas se propõem a defender o ser humano, a liberdade, seja através da imprensa, da política, querem formar nossa opinião, pedir o nosso voto. No fundo, no fundo vocês nutrem um ódio terrível contra o ser humano. E não me admira, pois, quem é incapaz de amar o filho que está dentro, demonstrará incapacidade maior de amar o próximo.
FHC o que você tem contra a vida na terra? Perdeu o juízo meu? De onde veio seu ódio contra o planeta? Porque você quer enfiar maconha na cabeça de todo mundo? Só porque nós brasileiros votamos no Lula? Duas vezes! Soninha, já não basta o que você própria fez, você quer dar a liberdade para outras fazerem. Que liberdade é essa? Liberdade pra matar!
Tem certeza de que vocês são a favor do ser humano? Querem mata-los, torna-los gays e drogados! É assim que demonstram o amor!
Mas quer saber? O que eu tenho contra o pensamento de vocês não gira em torno do ser humano primeiramente, minha questão é maior, trata-se do Deus que eu sirvo que ama o homem, que renova a mente sem me drogar, e que criou o sexo entre homem e mulher para o prazer de ambos, para trazer ao mundo outras pessoas.
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Cláudio Goes, do Convergindo em Cristo. Divulgação: Púlpito Cristão